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.:. AMORA .:. Salva a alma... Tô cansada de tentar me entender. Cansada de achar metade da população mundial uns merdas e a outra metade demais para mim. Porque encontro as pessoas certas nos momentos errados? Não importa. QUE VENHA PORTO! Salva a alma que o corpo já era! hahahaha! Delícia mineira!! Escrito por Amora às 23h15 [ ] [ envie esta mensagem ] Sem Pretensões Faz tempo que a ação se desvencilhou de mim. E em tudo que procuro fazer, sempre me acompanha um marasmo chato. Até o mais diferente feito parece ser uma sucessão de coisas pequenas que vinha tentando fazer. Parece mais um bolo pronto, prestes a ser devorado e só. Divido os dias em pessoas que conheci e pessoas que gostaria de conhecer. Coisas que fiz e que deveria ter feito. Palavras que deveria ter dito e agora existe uma remota chance delas chegarem aos destinatários. Necessidade de passar a vida a limpo, enterrar pessoas. Adubar a terra para daqui a pouco, colher novas flores. Mas passar a vida a limpo dá uma preguiça flhadaputa, e as flores tem me feito espirrar. Sem flores, sem enterrar, sem pretensões além de vomitar o mundo que se agarra ao meu estomago, causando uma super produção de acido gástrico, aquele mesmo que me ataca a gastrite. Lembrar casos, não resolve meus problemas. Mas diminui o que eu deveria ter feito, mesmo que os destinatários tenham se perdido no mundo. Senta. Espera, vou atrás dos meus óculos e volto assim que você desistir de ler. Cabelo meio preso meio solto. All Star nos pés e o relógio me acusando de ter que estar na escola. Meu quarto tá aquela zona arrumada. Assim como minha vida. Tá tudo uma zona. Perdi sentimentos. Deixei outros nas estantes de amigos. Esqueci sonhos atrás da porta. Guardei lágrimas embaixo do travesseiro. Não é fácil admitir que sofri, sofri sim pracaralho. Não pelo que você pensa. Não por você. Reduza-se a sua insignificância. A sua tinta, a sua caneta, a sua pena, a sua crença, a sua verdade. Reduza-se. Quanta pretensão achar que eu deixo o relógio me acusar, para te agredir. Quanta pretensão achar que depois de tudo você ainda importa. Não, meu bem. Não importa. Tô em processo de re-obter meus sentimentos. Tentando lembrar as estantes que deixei. Recuperar os sonhos que estão atrás da porta, pegar o secador e dar uma mãozinha pras lágrimas sumirem. Hoje, meu ar blasé contempla a tua necessidade de atenção com pena. Contempla a sua vida vazia, com dó. E nada jamais será igual porque passou, e foi ótimo. Obrigada. MOONLIGHT III 9/10/11 de outubro ETE Lauro Gomes Av. Pereira Barreto, 400 - Baeta Neves - São Bernardo do Campo Ps:Anônimos não são bem vindos. E não digam nada que não gostariam de ouvir de volta. Porque vão ouvir de volta.O texto não tem fundo de verdade. Que fique claro, avisado. Sem chatos pretensiosos. Por Deus. Ps2: Como the long blondes é bom. Eu tenho a melhor amiga do mundo, com o melhor gosto musical do mundo, que me mostra as melhores bandas do mundo. O único deslize é não gostar de MPB, mas eu perdoo. Escrito por Amora às 08h51 [ ] [ envie esta mensagem ] Limpar a alma! Precisando escrever um texto pra limpar a alma. Dentro em breve, espero. Escrito por Amora às 21h27 [ ] [ envie esta mensagem ] Passou, obrigada, foi ótimo. Náuseas existências eram o meu porto. Minha tranqüilidade inquieta. Meus porquês dilacerados. Minha vida estranha. Lembro vagamente do ontem. Lembro de citações de pessoas. De momentos mágicos e inimagináveis demais para serem meras ilusões. Lembro do quanto era bom e o quanto tudo mudou. Lembro de um 'eu' sujo. Impregnado de coisas desconcertantes. De verdades imediatas. De um imediatalismo chato. Vejo um amanhã vago, sem promessas, sem planos, sem um futuro minimamente desenhado de um jeito perfeccionista. Porque eu não almejo a perfeição. Almejo aquilo que de mais complicado alguém pode possuir. Almejo o inalcançável, o inimaginável. Almejo a vida que tive e cansei de brincar com ela. Almejo meu passado sujo vindo com alvejantes para limpa-lo da minha forma. Mas se for tudo isto, demais. Desejo um hoje bom. O hoje que tenho tido. O hoje que não tem plano. O hoje que eu não mando. O hoje que tudo pode mudar em questão de segundos. O hoje que eu digo e não sou julgada. O hoje que é meu e ninguém tira. Culpados?! Nunca. Coisas naturais. Caminhos naturais. Distâncias naturais. Abismos inevitáveis. Silêncios desconcertantes. Incomodo imutável. Sem falso moralismo, o que foi: passou. Foi ótimo, obrigada. Mas agora quem não quer mudar sou eu. Quem não quer se adequar sou eu. Quem não quer sou eu. Escrito por Amora às 23h27 [ ] [ envie esta mensagem ] Quase Nunca Não sei bem do que eu preciso. Se eu preciso de férias. De dias de vida desperdiçados na frente de um computador. Guiado a um teclado com letras misturadas e minha digitação confusa. Com minha mania de escrever. Com a necessidade de botar para fora verdades inaudíveis, verdades desimportantes, verdades minhas e foda-se tudo que todos acham a meu respeito. Não, não preciso parar para ver passar a vida que amo. E vejo chegar todos os dias, como uma música idiota que teima em estar na tua cabeça. Como um filme que teima em se repetir em câmera lenta na tua mente conturbada. Não, não preciso de uma mente conturbada. Não preciso de diálogos intermináveis. Não preciso de pessoas impressionantes e impressionadas. Preciso desta vida idiota que teima em chegar dia após dia. Preciso acreditar no irreal. Para que o real não me engula e me jogue para fora num surto de indigestão. Preciso das pessoas irreais que teimam em tomar forma na minha vida. Preciso acreditar que algum dia a realidade se mistura com as ilusões e a vida idiota cria um sentido melhor. Um sentido, onde eu tenha respostas para minhas perguntas mais cretinas. Espero por um dia em que você não faça o menor sentido. Que eu não pense no teu olhar, no teu jeito bobo e infantil. Na tua maneira imatura. Que eu seja mais do que uma menina idiota romanceando o que nunca chega. O dia em que ir em festas será só ir em festas. Ouvir músicas ruins, beber uma cerveja e estar em estado de semibebedeira. Perder o medo do descontrole, dos meus limites tradicionalistas. Da minha mania de princesinha. O dia em que eu não pergunte se você vai. E que isto não importe de verdade. Ou o dia que o irreal se misture e tudo seja uma sucessão de dias imprevisíveis. Dia após dia. Enquanto os dias são previsíveis. Eu continuo na mudança constante de humor. Na "encheção" de saco com coisa frívolas. Nos shows que nunca chegam. Nos filmes que nunca saem. Nos textos que nunca escrevo. Nas coisas que nunca falo. Nas coisas que nunca faço. Nas descobertas que quase nunca tenho. Na minha vida que eu não deixo que ninguém entre. Escrito por Amora às 23h23 [ ] [ envie esta mensagem ] Bêbada de sentimentos misturados Tomar banho. Colocar roupa boa. Trocar os chinelos que flip-flop-pezeavam comigo pela casa. Tirar os óculos. Porque eu quero estar bem quando te dizer isto. Quero estar bem para mostrar a você o quanto tudo foi errado e o quanto o errado se acerta nas curvas da vida. Escrito por Amora às 23h19 [ ] [ envie esta mensagem ] Só vazio e surpresa. Se as vezes é tão difícil acertar a chave na porta, como pode ser tão fácil nos perder em sentimentos? Escrito por Amora às 23h16 [ ] [ envie esta mensagem ] I Know It's Over Cansada com sono gastrite atacada doenças mal curada exames parcialmente feitos e remédios devidamente tomados. Este é o pano de fundo. A história é diferente. Pensando seriamente em passar minha vida a limpo. Com cartas abertas. Com nomes dados e pessoas. Mas bate uma preguiça filhadaputa. Então eu olho pro meu umbigo e penso só no hoje. Ou na minha vida recente, recente até onde chegue a lembrança de nomes. Olhei pro lado e não vi mais ninguém. Estava sozinha como jamais estive. Porque não era só em carne que não tinha ninguém os meus pensamentos afugentavam qualquer ser que ousasse tentar entrar nesta linha cara e nobre. Sozinha com os fatos. Remoendo perdidamente acontecimentos. Fingir que nada aconteceu dá menos trabalho, mas sinto que me mata mais. Me agride mais. Me dá mais raiva, me consome e me ataca mais a gastrite. Este silencio que eu te prendi e esta posição de ignorar a tua existência não é tão bom quanto eu achei que fosse ser. Por outro lado te reduzo a tua insignificância. E agora me pergunto, como um dia pude gostar de alguém tão sem sal. Porque eu gosto de gente ruim e nem ruim você sabe ser. Falta muito para você conseguir a proeza dos que tem um mínimo de personalidade. A procura da maneira ideal de agir não se resume a uma pessoa. Não se resume a uma situação, não se resumi em perdoar e viver como se nada tivesse acontecido. Porque é quando vejo seu rosto vencedor me contemplando, que sinto tanta raiva quanto naquele dia que levantei sem olhar para trás. Não olhar foi o jeito que arrumei de não te deixar com nada que é só meu. Te fiz responsável pelo pior acontecimento da minha vida. E por quanto tempo ainda, conseguirei segurar esta pedra em cima? A pedra esta insustentável. Preciso gritar aos 4 ventos, para que de fato tudo acabe. Porque o jogo é meu e eu quero que acabe. Porque a vida é minha e já não quero mentiras sinceras. Não quero manter relações por pura cordialidade. Eu gosto de gente ruim, mas que seja ao menos ruim de verdade. Aprenda a lidar com a ironia de quem sabe ser chato. Aprenda a procurar na verdade a mentira que me convence. Aprenda, porque eu já sei como evitar tudo isto. E melhor como evitar vocês. Tô confusa, leve e vacinada. Pena que agora ficou tudo mais difícil. Quando acho um mar no qual mergulhe de cabeça? Um mar bonito cheio de pedras que me leve de cabeça. Enquanto isto não acontece, pulo de cabeça em piscinas confortáveis que só duram até o nascer do dia... Que venham as eleições de amanhã. Adendo1: vida longa ao Morrissey. Adendo2: 17 dias e a Porto Seguro fica pequeno. =D Escrito por Amora às 01h03 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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